ATENÇÃO: Confira a lista do processo do Hospital Santa Terezinha

Atenção Trabalhadores do Hospital Santa Terezinha: O Sindeess informa que saiu o resultado do PROCESSO N°. 32/01371/02. Se você estiver na lista, apresentada abaixo, deve comparecer na sede do Sindeess para receber uma parte do valor disponibilizado nos Autos em epigrafe referentes ao deposito recursal disponibilizado. O trabalhador deve comparecer com os seguintes documentos:  CPF/Identidade; Comprovante endereço; Carteira de Trabalho; Certidão de Casamento (Em caso de alteração no nome).

CONFIRA A RELAÇÃO – PROC. N°. 32/01371/02

Ana Cecilia de Jesus Bispo

Ana Luiz Aguiar de Oliveira

Ana Meire Delgado Neves

Ana Miranda da Costa

Ana Paula dos Reis

Anderson Blenes Maciel

Antonio dos Santos

Catia Sebastiana Martins

Ceonice Figueiredo Sena

Cleusa de F. A. da Costa

Elza Borges Silva

Ereni Maria De Castro

Eric Cardoso de Araujo

Evangelista Martins Brainer

Fernanda De Melo Mota Lopes

Fernanda de Souza L.Costa

Isabela de Assis Gonçalves

Jaqueline R. de Oliveira

Jose Benedito Da Silveira

Juliane Aline Da Cruz

Juliane Barbosa da Silva

Liliane C. De Souza Andrade

Lucineide dos Santos

Marcia Antonia De Souza

Marcia Aparecida da Silva

Margarida da C. Souza

Maria Angela Emilio

Maria Aparecida Dias

Maria Consoladora F. Jorge

Maria da Conceição S. Ferreira

Maria das Graças Barbosa

Maria das Graças Silva Lemos

Maria De Fatima de Oliveira

Maria Ivaldenha de Souza

Maria Lucia A. Patrocinio

Maria Lucia de Araujo

Maria Madalena R. Souza

Maria Neuza Ferreira

Mariana R. de Souza Maia

Maximo Freitas Mendes

Odete E. Jesus Fernandes

Purgina T. da Silva Siqueira

Ramira Alves de Oliveira

Rita H. A. da Silva

Rogerio Denis F. da Silva

Rosangela Gomes Gonçalves

Roseli Dias F. Ramos

Rosimara Maria de Almeida

Salome A. da Mota Silva

Santa G. da Silva

Silvana da Silva Siqueira

Simone Margareth dos Santos

Sirlene Xavier de Souza

Solange do S. Nascimento

Susicley Emilene Jorge

Valeria Regina Arruda

Vera Lucia Pereira

Zila do Carmos Siqueira

Novo recorde: segundo IBGE, 28 milhões querem trabalhar, mas não conseguem

No Brasil, falta trabalho para 27,7 milhões de brasileiros. É o que mostra a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) trimestral divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa de subutilização da força de trabalho ficou em 24,7% no 1º trimestre de 2018, a maior da série histórica da PNAD Contínua, iniciada em 2012. O contingente de subutilizados também é o maior já registrado pela pesquisa.

Mulheres e negros nas piores condições

A taxa de desemprego dos que se declararam brancos ficou em 10,5% no 1º trimestre, abaixo da média nacional (13,1%), enquanto a dos pretos (16,0%) e a dos pardos (15,1%) ficou acima. Atualmente, os pardos representavam 48,1% da população fora da força, seguidos pelos brancos (42,5%) e pelos pretos (8,4%).

O desemprego também atinge mais as mulheres do que os homens, mesmo com o universo feminino sendo a maioria na população em idade de trabalhar (52,4%). A taxa de desocupação no 1º trimestre foi de 11,6% para homens e de 15% para mulheres. Segundo o IBGE, o nível da ocupação dos homens no 1º trimestre ficou em 63,6% e o das mulheres, em 44,5%.

Carteira assinada em queda

No 1º trimestre, 75,4% dos empregados no setor privado tinham carteira de trabalho assinada, 1,2 ponto percentual a menos na comparação anual, uma redução de 408 mil pessoas. O contingente de 32,9 milhões trabalhadores também foi menor de toda a série da pesquisa, iniciada em 2012. Em 4 das 5 regiões, houve queda. Em relação ao 1º trimestre de 2017, houve alta dessa estimativa apenas na região Norte (de 59,9% para 62,9%).

Já o rendimento médio real de todos os trabalhos ficou estável no 1º trimestre, segundo o IBGE, e foi estimado em R$ 2.169 por mês.

Número recorde de desalentados

O universo de desalentados (brasileiros sem emprego e que desistiram de procurar trabalho) passou de 4,3 milhões no último trimestre de 2017 para 4,6 milhões de pessoas no 1º trimestre. Também é o maior número da série histórica. Desde 2016, o número de brasileiros que desistiram de procurar trabalho triplicou no país. No 1º trimestre de 2016, eram 1,57 milhão de desalentados.

“A população desalentada é definida como aquela que estava fora da força de trabalho por uma das seguintes razões: não conseguia trabalho adequado, ou não tinha experiência ou qualificação, ou era considerado muito jovem ou idosa, ou não havia trabalho na localidade em que residia – e que, se tivesse conseguido trabalho, estaria disponível para assumir a vaga”, explica o IBGE.